O celular despertou às sete da manhã naquele sábado. Ele se remexeu na cama, virou pro lado e deu um beijo de bom dia (coisa rara de acontecer, afinal, ele sempre acorda de mau humor aos sábados, quando tem q ir trabalhar) e disse: “levanta, senão vou me atrasar”. Mas... Quem iria trabalhar era ele, porque ela deveria se levantar?!
- Ta bom... vou preparar o seu café.
- Ah.. não esqueça de passar minha camisa....
- Desde quando eu virei sua empregada..?! (risos)
- Não... Mas lembre-se “Amélia que era mulher de verdade” – cantarolou o trecho da música, riu descaradamente e se dirigiu ao banheiro (argumento tosco, machista e horrível que se deve usar para convencer a namorada a passar sua camisa).
Ele tinha acordado inspirado... Cantarolou no banheiro enquanto passava creme esfoliante no rosto (o que deu nele? Perguntava-se ela). Depois de algumas pirraças, sem tomar café, todo perfumado e com quinze minutos de atraso saiu ele de casa para trabalhar.
Uma hora depois o telefone toca. Ele se acidentou... Está no pronto socorro... Ta sendo transferido para outro hospital onde a cirurgia acontecerá... Que cirurgia?? Aquela que refez o seu braço esquerdo e que lhe rendeu dez parafusos e duas placas de platina...
E ela?? Ah... Ela quase morreu!! De susto, de angústia, de medo...
Medo do que iria acontecer. Medo dele não se recuperar. Medo d’ele morrer! Imaginar essa possibilidade lhe causava uma dor imensa. Os olhos cheios d’água e as preces que há muito tempo não eram feitas (talvez por fraqueza de fé). Duas horas intermináveis de espera no corredor do hospital... E mais choro... E mais prece. Finalmente a porta do centro cirúrgico se abre e sai ele de lá... Lança pra ela um olhar longo e indecifrável. Alguns segundos depois um sorriso de canto de boca. Ela sente um alívio enorme em saber que ele está bem. Passa o dia velando-o... Não quer sair de perto dele nem por um segundo. Dois dias depois ele tem alta.
Com ela fica a certeza de que ele é realmente uma das pessoas mais importantes de sua vida e um lindo vaso de Amarilys. No cartão estava escrito “obrigado por tudo”. Mas, tudo o que?! Quem agradece é ela a Deus por ter permitido que ele se recuperasse e a ele pela força e coragem.
Com ela a certeza de que viver sem ele é impossível e, principalmente, a convicção de que é preciso viver cada minuto sem pensar no amanhã... O amanhã pode não chegar!
Literalmente copiado de :
- Ta bom... vou preparar o seu café.
- Ah.. não esqueça de passar minha camisa....
- Desde quando eu virei sua empregada..?! (risos)
- Não... Mas lembre-se “Amélia que era mulher de verdade” – cantarolou o trecho da música, riu descaradamente e se dirigiu ao banheiro (argumento tosco, machista e horrível que se deve usar para convencer a namorada a passar sua camisa).
Ele tinha acordado inspirado... Cantarolou no banheiro enquanto passava creme esfoliante no rosto (o que deu nele? Perguntava-se ela). Depois de algumas pirraças, sem tomar café, todo perfumado e com quinze minutos de atraso saiu ele de casa para trabalhar.
Uma hora depois o telefone toca. Ele se acidentou... Está no pronto socorro... Ta sendo transferido para outro hospital onde a cirurgia acontecerá... Que cirurgia?? Aquela que refez o seu braço esquerdo e que lhe rendeu dez parafusos e duas placas de platina...
E ela?? Ah... Ela quase morreu!! De susto, de angústia, de medo...
Medo do que iria acontecer. Medo dele não se recuperar. Medo d’ele morrer! Imaginar essa possibilidade lhe causava uma dor imensa. Os olhos cheios d’água e as preces que há muito tempo não eram feitas (talvez por fraqueza de fé). Duas horas intermináveis de espera no corredor do hospital... E mais choro... E mais prece. Finalmente a porta do centro cirúrgico se abre e sai ele de lá... Lança pra ela um olhar longo e indecifrável. Alguns segundos depois um sorriso de canto de boca. Ela sente um alívio enorme em saber que ele está bem. Passa o dia velando-o... Não quer sair de perto dele nem por um segundo. Dois dias depois ele tem alta.
Com ela fica a certeza de que ele é realmente uma das pessoas mais importantes de sua vida e um lindo vaso de Amarilys. No cartão estava escrito “obrigado por tudo”. Mas, tudo o que?! Quem agradece é ela a Deus por ter permitido que ele se recuperasse e a ele pela força e coragem.
Com ela a certeza de que viver sem ele é impossível e, principalmente, a convicção de que é preciso viver cada minuto sem pensar no amanhã... O amanhã pode não chegar!
Literalmente copiado de :
http://porrabicho.blogspot.com/2008/08/convico.html
E kuando eu digo ki tu num regula beiM ..
ResponderExcluiro povo acha ki eu Tô Brinkanuh ..
Maaassa
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